Audiência Publica (Parte I)

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Aconteceu na tarde do dia 09 de maio, a Audiência Publica solicitada pelo vereador da Capital, Marcos Aurélio Espíndola (Badeko), no âmbito das Comissões de Turismo e Assuntos Internacionais e de Educação, Cultura e Desporto, para discutir a situação do Carnaval 2014 de Florianópolis. Relato abaixo, alguns momentos da audiência, enquanto aguardamos o vídeo na Integra disponibilizado pela Câmara de Vereadores de Florianópolis.

Presença:  A Audiência teve uma presença forte de integrantes de escolas de samba, blocos e grandes sociedades, além de diversos diretores e presidentes de agremiações. Também obteve uma boa audiência na TV Câmara, onde foi transmitido ao vivo pela TV Fechada e pela internet.

Vereadores Gui Pereira (e) e Badeko (d)Vereadores: Diversos vereadores estiveram presentes durante a audiência, ( Badeko, Gui Pereira, Edmilson Pereira, Celso Sandrini, Ricardo Vieira, Vanderlei Farias e Afrânio Boppré ), porém um fato lamentável foi a saída de vários durante a sessão com justificativas de outros compromissos agendados. Alguns fatos marcantes da audiência chamaram a atenção daqueles que estiveram por lá ou assistiram pela TV Câmara ao vivo. O Fato de diversos vereadores abrirem a audiência publica, e durante o decorrer, foram abandonando a plenária, revoltou muitos que lá estavam. Com justificativas de outros compromissos, o Vereador Guilherme Pereira que presidia a audiência, ausentou-se após falar que é um amante do carnaval e que contribui com a cultura através de seu evento particular “Peixada do Gui”, sendo referência nos festejos da cidade. Outro vereador que também se ausentou justificando compromissos agendados anteriormente foi Tiago Silva, que após defender a organização do carnaval pela LIESF, ausentou-se da plenária.

Assuntos: Por durante 3 horas, foram discutidos e relatados diversos assuntos aleatórios referente ao carnaval de Florianópolis. Enquanto os integrantes das escolas de samba tentavam insistentemente ter alguma posição concreta da Prefeitura perante os assuntos da organização e planejamento dos desfiles das escolas de samba de 2014, outros aproveitavam a situação para trazer projeto de leis e números sobre o carnaval 2013, tentando justificar os eventos ocorridos no carnaval passado pelos bairros e centro da cidade.

Secretária Maria Claudia ( SETUR)Falta de Respeito I: Foi assim que os presentes relataram a atitude da Secretária de Turismo de Florianópolis (SETUR) Sra. Maria Claudia. Revoltou os presentes com sua saída antecipada logo após apresentar os números referentes ao carnaval 2013, que relatam mais de 490 mil pessoas participantes dos bailes públicos de bairros e da festa da SKOL pelo centro da Cidade. A mesma informou que o contrato da Skol para os eventos foi feito na gestão passada e que terá a validade de 5 anos. Segundo informações, a secretária foi convidada com antecedência para a audiência, oque não justificaria sua saída antecipada. O Assunto era sobre carnaval, um evento organizado e planejado por sua pasta, e seria de extrema importância a permanência até o final para responder perguntas dos presentes. A Secretária deixou em seu lugar, a coordenadora de Eventos Carol, que pouco pode responder.

Falta de Respeito II: Outra falta de respeito foi a ausência de representantes da Secretaria de Turismo do Estado de Santa Catarina (SOL). Nenhuma autoridade compareceu e nem enviou justificativas pela ausência. Segundo o Vereador Badeko, o Secretário de Turismo foi convidado à participar da audiência.

Em breve colocarei aqui a audiência em vídeo na integra.

Enquanto isso, a comunidade do carnaval fará oque já vem fazendo a algum tempo. Esperar!

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One comment

  1. Pessoalmente não acho que uma audiência pública é a solução para os problemas do carnaval e não me causa estranheza a falta de compromisso das autoridades em relação ao carnaval, em especial ao desfile das escolas de samba.
    Pergunto: quantas entidades carnavalescas se fizeram presentes na audiência pública? Quantas entidades estão procurando na iniciativa privada a parceria para um “evento” (uso o termo preferido pela mídia e pelos gestores) no carnaval. Quantas entidades estão buscando capacitação para seus membros, profissionais e/ou simpatizantes (e olha que até escola de carnaval já tem na cidade). O desinteresse não é somente das autoridades, mas também daqueles que deveriam estar a frente das entidades carnavalescas. O que não pode acontecer é esperar com o pires na mão! Os valores estão invertidos: o poder público tem que participar da festa mas não precisa ser seu maior investidor! Acorda povo do samba!

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